El patronato del Monasterio de Lorvão sobre las parroquias urbanas de Coímbra durante la Edad Media: São Bartolomeu y São Pedro

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DOI:

https://doi.org/10.3989/hs.2025.1069

Palabras clave:

Cistercienses, derecho de patronato, colegiatas, beneficiados, derechos de los obispos

Resumen


El Monasterio de Lorvão tenía el derecho de patronato sobre cerca de dos docenas de iglesias parroquiales, distribuidas por varias diócesis. Esto suponía que la comunidad monástica tenía potestad para nombrar a un grupo de clérigos que garantizase la administración espiritual y temporal de estas iglesias. Este artículo pretende analizar el ejercicio del derecho de patronato por parte de dicho monasterio sobre dos colegiatas de Coímbra durante la Edad Media (siglos X-XV). En primer lugar, se definirá el concepto de derecho de patronato y se aclarará la organización de las comunidades de las colegiatas, para pasar después a examinar el ejercicio de tal derecho. A tal fin, intentaremos problematizar cuestiones como las implicaciones institucionales y financieras del patronato, definir la red eclesiástica de captación de los beneficiados presentados por el monasterio, y distinguir los momentos de cooperación o de conflicto de intereses con el obispo.

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Publicado

2025-12-30

Cómo citar

Campos, M. A., & Rêpas, L. M. (2025). El patronato del Monasterio de Lorvão sobre las parroquias urbanas de Coímbra durante la Edad Media: São Bartolomeu y São Pedro. Hispania Sacra, 77(156), 1069. https://doi.org/10.3989/hs.2025.1069

Número

Sección

Monográfico

Datos de los fondos

Universidade de Coimbra
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